PRODUTO DIGITAL
Pânico de Estado
Jogo de sátira política em mundo aberto 2D · dois Brasis fictícios
DEMONSTRAÇÃONO AR

CONTEXTO
Humor político em jogo costuma parar num quiz ou num minigame de uma tela. Pouco usa o que um mundo jogável permite: lugares para andar, gente com rotina e escolhas que deixam marca.
O QUE FOI FEITO
Jogo de navegador em dois universos fictícios: no Brasil do Lula e no Brasil do Flávio, os boatos apocalípticos viram realidade e o jogador, um cidadão comum, cumpre seis missões em cada cidade, com escolhas que mudam o mundo e uma cerimônia final. O desfecho junta as duas rotas: um vendedor de kits de sobrevivência lucra com o medo nos dois universos.
2 BRASIS FICTÍCIOS · 12 MISSÕES
SOLUÇÕES
Cidade viva
Moradores com agenda, trânsito com vez nos cruzamentos e relógio em que um dia dura 10 minutos.
Missões como dados
Motor puro que recebe eventos e devolve efeitos; a cena só mostra as consequências.
Escolhas que deixam marca
Cumprir, sabotar ou reinterpretar: cada solução muda o mundo, vai para o save e volta na cerimônia final.
Caricatura declarada
Aviso de ficção satírica na tela de escolha e no painel do jogo, com falas inventadas para a obra.
DETALHE TÉCNICO
01A cidade do Lula tem 4800 × 3600 px, seis distritos e 46 edificações com interior. Os 40 moradores seguem uma rotina de verdade: dormem em c…
A cidade do Lula tem 4800 × 3600 px, seis distritos e 46 edificações com interior. Os 40 moradores seguem uma rotina de verdade: dormem em casa, saem de manhã, andam pelas calçadas e faixas até o ponto de trabalho, almoçam num estabelecimento e voltam, num relógio em que um dia dura 10 minutos reais. Até 36 carros circulam pelas ruas e escolhem a saída em cada cruzamento, um por vez. O Brasil do Flávio é outra cidade, com mapa próprio e as próprias seis missões.
02As missões são dados (campanha.ts) e o motor é uma função pura: recebe eventos (falou, usou, entrou no lugar), aplica efeitos e devolve saíd…
As missões são dados (campanha.ts) e o motor é uma função pura: recebe eventos (falou, usou, entrou no lugar), aplica efeitos e devolve saídas, enquanto a cena só emite eventos e mostra as consequências. Isso deixa cada solução (cumprir, sabotar ou reinterpretar a ordem) mudar algo visível no mundo, ficar registrada no save e aparecer na cerimônia final. Não há moedas, XP nem punição: errar não pune o jogador.
03Prédios, objetos de rua e móveis são SVG desenhado em código, e um culler só deixa visível o que está perto da câmera, para uma cidade desse…
Prédios, objetos de rua e móveis são SVG desenhado em código, e um culler só deixa visível o que está perto da câmera, para uma cidade desse tamanho rodar no navegador. A sátira tem regra: a seleção de personagem e o painel do jogo trazem o aviso fixo de que é ficção ("Brasil hipotético · ficção satírica") e que nada ali retrata fatos reais.
TELAS

01 Tela de escolha: Lula ou Flávio Bolsonaro como caricaturas fictícias, com o aviso de sátira
RESULTADO
Jogo de navegador em dois universos fictícios: no Brasil do Lula e no Brasil do Flávio, os boatos apocalípticos viram realidade e o jogador, um cidadão comum, cumpre seis missões em cada cidade, com escolhas que mudam o mundo e uma cerimônia final. O desfecho junta as duas rotas: um vendedor de kits de sobrevivência lucra com o medo nos dois universos.
Sátira: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem como caricaturas explicitamente fictícias, com falas inventadas para a obra. Nada ali retrata fatos, falas ou intenções reais de ninguém.








